terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pra se amar, tem que ter coragem...


Num é de acreditar, é como sua cabeça dissesse o que de fato aconteceu e o seu coração quer te enganar, pq ele, o coração, não quer doer e diz bem assim: “essa sua cabeça Juh, tem muita razões, é racional demais, fria, seca, cum vc. Vc irá encontrar cum Erick a qualquer momento por onde vc sempre o encontra e só prestar mais atenção nos rostos a sua frente por onde andas,...”.
Os dias estão passando e cadê essa tal conformação?! Eu tô a cada dia mais atordoada, me vem um desespero. Eu sei qe vai passar, to esperando, mas num chega não? Nem tem lágrima, nem cabeça, meu coração tá esbagaçado, espatifado cum uma dor qe a palavra “incomensurável” nunca iria explicar... Eu nunca sentir, de fato, a falta tão de perto... Esse texto deveria se chamar reticências, mas é como me sinto, como se eu não pudesse escrever o qe estou sentindo e fica faltando um algo qe num consigo explicar...
Mas como escrever/descrever o amor? Ou como descrever a dor? Como sentir saudade sem dor? E ainda mais, e só com amor? Eu to com vontade de lhe morder, de brigar cum vc pra te perguntar “o qe vc tá fazendo cum sua mãe?”. Ou tá brincando de se esconder comigo, mais num qer aparecer mais pra me dizer qe tá brincando!!!!!!! Cadê vc pra agente conversar do povo? Pr’eu te dizer qe não colocaram uma música animada quando vc estava deitado naquela cama, ou quando estavam falando de vc, tanta pimbice, vc ia rir tanto, logo vc meu prícipo tão simples, nem gostava quando falavam assim de vc, parece mesmo qe estão falando, na verdade, pra si e não pro outro, como tu dizia. Cadê meu fiu, aquele sorriso tão singelo e meigo. Eu te admiro tanto, Sentimento mais nobre, qe eu acredito! E eu tinha tanto (de muito) por vc.
Eu sinto ver vc caminhar em uma praia, vc de costas a caminhar... Como naqueles dias qe íamos a praia (vc, eu e Ferrerinha). Vc começa a ficar um pouco distante e eu tenho medo de qe quando for te chamar vc num ouvir. E quando percebo qe essa possibilidade existe, começo a chamar seu nome, mas demorei demais e parece qe já não dar pra escutar ou é vc qe não qer me ouvir? E vc vai ficando pequenininho, bem pequenininho parecendo um bonequinho diante da minha vista, até num conseguir vê-lo mais na imensidão daqueles grãos de areia, ficando igual a um grãozinho... Se perdendo de mim e se achando em vc, na natureza.
Como medir o qe se sente? Não existe nenhum conceito de egoísmo qe explique o qe tõ sentindo. Sinto qe tá reprimido o amor qe tem pro outrem, o grito contido, a lágrima seca. È como um vulcão qe está entrando em erupção, com toda sua força, seu calor, sua natureza e vem algo e tenta tampar, impedir do seu processo natural. Sinto-me abafada, não consigo praticar o amor qe tenho, eu só quero te amar...
Juh ;(

Um comentário:

  1. Ah, Ferrerinha era o fotografo e participante inclisive...

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